sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

OFICINA - CONCLUSÃO DO PROGRAMA

Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II
Língua Portuguesa

PLANEJAMENTO – 13º ENCONTRO – TP2 – UNIDADES 07 e 08
PRFESSOR FORMADOR: Emanoel Paulo Miranda Matos
COORDENADORA: Marisa Santos Souza

TEMAS: - A Arte, formas e função.
- Linguagem figurada.

OBJETIVOS

Rever e sistematizar as informações essenciais em trono da Arte e da linguagem figurada.
Desenvolver a leitura e a produção de texto dos cursistas.

PROGRAMAÇÃO: PERÍODO E ATIVIDADE

1º momento
8h.
às
08h. e 40min.
Abertura das atividades

 Mensagem: Telas de Van Gogh.
 Um momento de reflexão sobre as nossas relações cotidianas com as Artes.
(Quando pensa em Arte, que objetos ou atividades mais especialmente vêm à sua mente?)
 Apresentação de slides – Iniciando nossa conversa, TP2 – unidades 7 e 8.

Objetivo:
Identificar a Arte na vida cotidiana..


2º momento
8h. e 40min.
às
9h. e 20min.
Relatos de experiências e resultados

Relatos de atividades “Avançando na Prática” desenvolvidas com seus alunos, (apresentar material produzido pelos alunos), apontado o que julgou importante para que, acertos e dificuldades sejam discutidos no grupo.
Das atividades Lição de Casa, fazer relato oral da que foi desenvolvida e entregar registros escritos ao formador.

Momento para a troca de experiências.

3º momento
9h e 20min.
às
11h.
Proposta de atividade com texto-charge (leitura e produção)

DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE

1- Interpretação de texto-charge. - TP2, p.154 (50 min.)

a- A atividade deve ser desenvolvida em dupla;
b- Interpretação da charge de Quino, observando a presença de figura de linguagem que esta privilegiada nela.
c- Responder, através de registros escritos, as perguntas relacionadas à charge.
d- Com a atividade concluída, a dupla irá apresentar suas conclusões ao grupo. Discutam as possíveis diferenças de interpretação.

2- Produção de texto. (50 min.)

a- Faça com seu colega um bilhete ou cartão, dirigido ao patrão, comentando sua atitude. Pode ser uma argumentação contra ela, ou um comentário irônico em torno dela. Lembre-se deve ser um texto curto e com as formalidades do gênero escolhido;
b- O texto deve ser apresentado ao grupo maior;
c- Observe as intervenções em sua produção, e veja se há algo a ser modificado. Da mesma forma, ouça atentamente a produção das outras duplas e opine sobre cada uma delas.
4º momento
11h.
as
1h. 40min.
Avaliação

Cada cursista fará seus comentários, de forma franca, apontando o que foi significativo para sua prática pedagógica.

Objetivo:
Avaliar os objetivos propostos, se estes foram atingidos, e se a unidade trouxe novidades, se aprendeu algo de novo, que reflexão o texto possibilitou que fizesse.
Participe!

CARTAZ DE DIVULGAÇÃO / CONCURSO

I CONCURSO LITERÁRIO
OS GÊNEROS TEXTUAIS: LENDO E OUVINDO PARA ESCREVER
Cidadania: identidade cultural e letramento



Apoio:
PREFEITURA MUNICIPAL DE LAPÃO

Promoção:
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

Realização:
EQUIPE GESTAR II / Lapão Bahia



PREMIAÇÃO SURPRESA
1º, 2º e 3º lugares nas categorias/gêneros POEMA, CONTO, MEMÓRIA e CRÔNICA



2009

SEDUC
Secretaria de Educação

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO – SEDUC
AÇÃO PEDAGÓGICA – PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR GESTAR II
Coordenação local: Marisa Santos Souza
Professor-formador / Língua Portuguesa: Emanoel Paulo Miranda Matos









I CONCURSO LITERÁRIO
OS GÊNEROS TEXTUAIS: LENDO E OUVINDO PARA ESCREVER
Cidadania: identidade cultural e letramento











LAPÃO-BA
2009

OS GÊNEROS TEXTUAIS: LENDO E OUVINDO PARA ESCREVER
Cidadania: identidade cultural e letramento


APRESENTAÇÃO

A proposta deste projeto é de promover a todos os alunos da Rede Municipal de Ensino em especial, aos alunos das séries/anos finais do Ensino Fundamental, o prazer pela leitura, propiciando a estes sujeitos a possibilidade de compreensão da leitura e consequentemente, a aquisição de competências que os capacitem a ler, identificar e produzir os mais diversos gêneros textuais.
Com o objetivo único de envolver alunos e professores desse segmento de ensino e na perspectiva de um ensino de qualidade e de respeito às diversidades, o projeto visa possibilitar que nossos alunos escrevam textos cada vez melhor e que se apossem da leitura e da escrita como instrumentos essenciais em suas ações sócio-comunicativas.
O Projeto nasceu a partir de uma atividade proposta pelo Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar, GESTAR II, e que foi desenvolvida pelos professores-cursistas do Programa, sob a orientação do professor-formador, e com o cuidado de trazer os Temas Transversais para serem discutidos na sala de aula. O tema proposto, Pluralidade Cultural, objetiva que os alunos conheçam e valorize a pluralidade sócio-cultural de sua localidade, do seu município, como também de outras regiões do seu estado e do país e assim, acreditarem no valor das diferenças de classe social, de crença, de sexo, de etnia e em outras singularidades presentes no seu convívio social. Para GADOTTI, ao estudante:

Não se deve negar o acesso à cultura geral elaborada, trata-se de valorizar a cultura primeira do aluno incorporando-a no ensino-aprendizagem que se baseia em valores e crenças democráticas fortalecendo o pluralismo cultural num mundo cada vez mais interdependente. (2001, p.33)
Vivemos numa sociedade onde a diversidade é evidente, visto que a formação do nosso povo são resultados dessa pluralidade cultural. Contudo, nossa história é permeada de fatos cultural-literários em suas mais diferentes formas, quer seja na oralidade ou na escrita. Nessa perspectiva, e tendo como suporte literário a coleção Literatura para todos, do Programa Nacional de Biblioteca na Escola – PNBE, o Projeto tem como foco de trabalho a leitura e a produção escrita dos gêneros textuais: poema, contos, memória e crônica, objetivando o resgate da história cultural como forma de conscientização para contribuir com a formação da cidadania e valorização das manifestações literário-culturais de nossas raízes.
Portanto, acreditamos que através deste projeto, possamos contribuir com a qualidade do ensino em nossas escolas de forma relevante e atender as necessidades mais urgentes, leitura e escrita, dos nossos alunos.



JUSTIFICATIVA

Os gêneros textuais, poema, conto, memória e crônica são ótimos recursos para abordagem do tema transversal Pluralidade Cultural, pois nos levam a compreender a mensagem que eles trazem a respeito de nossa origem cultural. Nesse sentido, são apresentadas algumas propostas onde, a temática, manifestações culturais, e abordada nos subsidiando para as práticas de leitura e escrita no ambiente escolar.
As atividades serão desenvolvidas em grau crescente de aprendizagem e cada uma terá seus objetivos apontados, servindo como parâmetros de avaliação diagnóstica e/ou no processo durante a realização do projeto.
Como os diferentes gêneros textuais se fazem presentes no cotidiano dos alunos, de maneira direta ou indireta, de forma oral ou escrita, em casa, nos causos dos avós e nos contos de fadas, nas relações sociais e na escola, através dos textos dos livros didáticos e de diversos textos complementares lidos ou produzidos, e a partir dessas observações o projeto sinaliza para um concurso das produções textuais dos alunos, ao nível de escola e rede, sob a orientação do professor de Língua Portuguesa, respeitando um Regulamento a ser elaborado por uma comissão eleita de avaliação.
Dessa forma, o trabalho com os diferentes gêneros textuais, poema, conto, memória e crônica pode contribuir com o professor a desenvolver inúmeras possibilidades de atividades, debates sobre temática, estudo dos recursos expressivos e de linguagem expressa nos textos e identificar os diferentes gêneros textuais por suas características próprias e estrutura linquística.
O ponto de partida para o desenvolvimento do Projeto serão as leituras sugeridas, atividade que seguirá as estratégias propostas pelo professor, sempre fazendo relações das leituras indicadas com a temática e com meio cultural no qual o aluno está inserido.

A compreensão de um texto é um processo que se caracteriza pela utilização de conhecimento prévio: o leitor utiliza na leitura o que ele já sabe o conhecimento adquirido ao longo de sua vida. É mediante a interação de diversos níveis de conhecimento, como o conhecimento linguístico, o textual, o conhecimento de mundo, que o leitor consegue construir o sentido do texto. (CLEIMAN, 2007, P.13)

Assim, crê-se que após o desenvolvimento do Projeto, o aluno possa desenvolver suas próprias estratégias de leitura para os diferentes gêneros textuais, sendo capaz de levantar hipóteses sobre o que leu, traduzir símbolos e relacionar conteúdos para possíveis debates do tema proposto pelo texto desenvolvendo habilidades de argumentação nas ações sócio-comunicativas oral ou escrita.
O Projeto propõe mais, promover e estimular o hábito e o prazer pela leitura e escrita explorando os diversos gêneros textuais e literários. O aluno, após ter realizado as leituras indicadas pelo professor, ele terá como fonte de inspiração para sua produção textual, as manifestações culturais de sua localidade, sendo estas conhecidas através de pesquisas ou de entrevistas realizadas.
O produto final deste Projeto será a produção escrita pelos alunos, considerando o gênero textual estudado.
PROPOSTA: DESENVOLVIMENTO DO PROJETO POR CATEGORIA DE GÊNERO

CATEGORIA I – GÊNERO POEMA / Alunos de 5ª série do Ensino Fundamental

JUSTIFICATIVA

O poema é um excelente recurso textual para abordar o tema transversal, Pluralidade cultural, pois oferece a possibilidade de transmitir idéias, experiências e emoções, oportunizando ao aluno a assimilação os diversos recursos linguísticos através da leitura, análise e produção desse gênero textual literário para assim, reconhecer os poemas em suas diversas formas, bem como sua estrutura.


CATEGORIA II – GÊNERO CONTO / Alunos de 6 ª série do Ensino Fundamental

JUSTIFICATIVA

Sabe-se que os conhecimentos práticos adquiridos a longo da vida através da leitura e/ou oralidade dos causos e contos dos mais velhos na comunidade, facilitam o posicionamento do sujeito em suas vivências culturais, impulsionando-os a novas descobertas para uma participação ativa e cada vez mais competente em suas relações comunicativas.
O gênero textual, conto, tem papel, ao mesmo tempo de entreter e formar leitores e escritores capazes, pois é notável que, é no contato lúdico e prazeroso com as obras literárias que temos a possibilidade de despertá-los para o mundo da leitura, não só como um ato de aprendizagem significativa, mas também como uma atividade satisfatória e cotidiana.



CATEGORIAIII – GÊNERO MEMÓRIA (biografia) / Alunos da 7ª série do Ensino Fundamental

JUSTIFICATIVA

A memória de um povo é um recipiente onde se guarda valores e bens simbólicos, que fazem do sujeito produto do seu contexto histórico-cultural. A esse contexto, denominamos diversidade e quando esse sujeito busca suas origens, memórias, ele demonstra inevitavelmente aspectos da autenticidade sócio-cultural existente nele.
Mediante esse pressuposto, trabalharemos o gênero memória por ser um texto narrativo e que tende a recuperar uma época, com base nas lembranças pessoais que retratam fatos que evidenciam a diversidade cultural presente na história de cada um ou de uma sociedade.


CATEGORIA IV – GÊNERO CRÔNICA / Alunos da 8ª série do Ensino Fundamental

JUSTIFICATIVA
Considerando que a crônica é um gênero textual onde o escritor se expressa livremente, baseando-se em situações do cotidiano, utilizando-se da linguagem coloquial com o intuito de propor uma reflexão sobre as diversas esferas vida social, política, economia, etc, de forma humorística ou de modo mais sério, e por ser um gênero textual que os alunos do Ensino Fundamental não têm muita familiaridade é que resolvemos trabalhar crônica em sala de aula.
Conhecendo nossas particularidades sócio-culturais, acreditamos ter uma gama de argumentos e situações discursivas para transformarmos em crônicas, fatos e acontecimentos do nosso cotidiano. Pensando assim, elegemos esse gênero textual para ser trabalhado com alunos da 8ª série das escolas da rede pública municipal. Visando a valorização dos costumes locais e suas influências no nosso dia a dia, resolvemos transformar os discursos e/ou narrativas orais e/ou situações cotidianas em textos escritos.
INFORMAÇÕES GERAIS

PROJETO: Cidadania: identidade cultural e letramento.
AUTORES DO PROJETO: Professor-formador e professores-cursistas do Programa GESTAR II.
TEMA TRANSVERSAL: Pluralidade Cultural.
TEMÁTICA ABORDADA: Manifestações Culturais.
PÚBLICO INDICADO: alunos das séries/anos finais do Ensino Fundamental.
ATIVIDADES PROPOSTAS: estudos teóricos e conceituais sobre gêneros textuais, atividade prática de identificação e reconhecimento (exposição) dos gêneros estudados, considerando sua estrutura e linguagem, leitura oral dos diferentes gêneros textuais apontados no Projeto, reconhecimento da temática, entrevistas, estabelecer dialogo sobre o objetivo maior do projeto, pesquisas, apresentação dos resultados da pesquisa, palestras e debates sobre o tema, relação entre textos, revisão textual (reescrita coletiva e individual) elaboração do produto final, a produção avaliação e seleção dos textos mais elaborados e lançamento das obras.
PRODUTO FINAL: coletânea de dos textos produzidos, poema, conto, memória e crônica, produzidos pelos alunos.
CULMINÂNCIA: concurso (categoria de texto, escola e rede) com certificação de honra ao mérito e entrega de premiação aos primeiros lugares, com cerimônia a ser realizada na Câmara de Vereadores.

SEQUÊNCIA DIDÁTICA

1- Apresentação do Projeto para os alunos das séries/anos finais do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino;
2- Promover debates em sala de aula sobre o tema e a temática do projeto para que os alunos possam pensar os instrumentos de pesquisa e realizar estudos extras e co-relacionados com o tema ou temática (manifestações culturais), considerado a diversidade cultural da comunidade da qual ele faz parte;
3- Apresentar aos alunos a diversidade de gêneros textuais que povoam as nossas relações sociocumunicativas, dando destaque ao poema na 5ª série, os contos na 6ª série, a memória (biografia) na 7ª série e a crônica na 8ª série;
4- Leitura e comentário orais de textos fornecidos pelo professor;
5- Produção coletiva de um único texto de acordo com o gênero indicado para aquela série;
6- Avaliação coletiva do texto então produzido;
7- Com o assunto já pré-determinado, o aluno vai produzir, individualmente, seu texto não se esquecendo do tema ou temática, e que o assunto esteja co-relacionado com sua comunidade;
8- O professor recolherá as produções e fará suas intervenções (uma avaliação diagnóstica), anotando ou pontuando a ortografia, a acentuação gráfica, a pontuação, coerência (idéia original do texto) e coesão (organização das idéias) e a estrutura dos textos produzidos, sempre observando O texto está bom, mas pode ser melhor;
9- Considerando as anotações do professor, o aluno fará a correção do seu texto, fazendo a reescrita do mesmo;
10- Produto final, o aluno mais uma vez, fazendo as correções finais, fará a reescrita do texto, só que agora na folha definitiva de redação, e esta será recolhida pelo professor e encaminhada para a Comissão de Avaliação, formada por professores e organizada pela direção e coordenação pedagógica da escola.

11- Após seleção dos três primeiros textos de cada gênero, poema, conto, memória e crônica a direção da escola encaminhará à Secretaria de Educação em um envelope devidamente lacrado, para a Comissão de Avaliação.
12- Edição dos textos*, depois de avaliados e selecionados por categoria e por ordem decrescente de classificação (3º, 2º e 1º lugares) os textos serão publicados (e em um momento solene, serão lidos por seus autores), onde na ocasião, se fará a entrega de certificados e medalhas honra ao mérito aos vencedores.

AVALIAÇÃO

Considerando que os instrumentos avaliativos podem revelar muito como processo de diagnóstico capaz de apontar os avanços e dificuldades de realização das ações, atividades, de aprendizagem e de conceitos, é pertinente estabelecer o seu estudo objetivando seus meio e não os fins. Nesse sentido, é necessário que os professores fiquem atentos e que procurem novas estratégias que permitam aos alunos superarem suas dificuldades, pontos fracos na aquisição dos conhecimentos sistematizados, Assim, o professor deve propor momentos de auto-avaliação própria, do aluno para que este possa externar o que aprendeu ou não com as atividades desenvolvidas.




























________________________
*Todo projeto torna-se significativo quando socializado, quando atravessa as fronteiras da escola, por isso compartilhar os resultados é essencial para o aluno,a escola e a educação em todas as suas abrangências.
REFERENCIA


BRASIL / Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais – Temas Transversais: Pluralidade Cultural, volume 10, 3ª Ed. Secretaria de Educação Fundamental, Brasília; MEC/SEF, 2001.

HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Mediação, 2006.

KLEIMAN, Ângela. Texto e Leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas, SP: Pontes, 2004.

MATUI, Jiron. Construtivismo – Teoria construtivista sócio-histórica aplicada ao ensino. Ed. Moderna, São Paulo: l996.
OLP – Olimpíada de Língua Portuguesa. CEMPEC / Edição 2008.
































PREFEITURA MUNICIPAL DE LAPÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO - SEDUC



PREFEITO
Hermenilson Ferreira Carvalho


SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO
Elaine Azevedo Vilela de Oliveira


COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
SÉRIES/ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Emanoel Paulo Miranda Matos


COORDENAÇÃO LOCAL / PROGRAMA GESTAR II
Marisa Santos Souza


PROFESSOR-FORMADOR / PROGRAMA GESTAR II
LÍNGUA PORTUGUESA
Emanoel Paulo Miranda Matos

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

8ª OFICINA DOS CADERNOS TPs

Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II
Língua Portuguesa

PLANEJAMENTO – 8º ENCONTRO – TP6 – UNIDADES 23 e 24
PRFESSOR FORMADOR: Emanoel Paulo Miranda Matos
COORDENADORA: Marisa Santos Souza

TEMAS: - O processo de produção textual: revisão e edição.
- Literatura para adolescente.

OBJETIVOS
Rever as questões principais da escrita e reescrita de textos: revisão e edição.
Rever e sistematizar as informações e discussões em torno da literatura para adolescente.
Planejar e desenvolver de leitura literária para alunos adolescentes.
Propor a elaboração de um projeto voltado à leitura literária para os alunos das séries/anos finais do Ensino Fundamental na Rede Municipal.


PROGRAMAÇÃO

PERÍODO ATIVIDADE
1° Momento13:30as14:00 horas

Abertura das atividades:·
Mensagem de Boas Vindas.·
Projeção de slides – Proposta da oficina: unidades 23 e 24. ·
Promover reflexões sobre os temas e as atividades desenvolvidas nestas unidades.

2° Momento14:00as14:30 horas

Momento onde os cursistas possam expor os seus pontos de vista e as dúvidas mais importantes e de maior significação observadas nos estudos das unidades 23 e 24 do TP6.

3° Momento14:30as15:00 horas

Relatos de experiências e resultados:· Relato de experiências e resultados (Atividade desenvolvida em sala de aula: uma das propostas Avançando na prática das unidades 21 e 22), apontando as observações feitas.· Lição de casa, entregar, por escrito, as observações e/ou comentários relacionados à atividade Avançando na prática desenvolvida com seus alunos.· Socializar as experiências e resultados obtidos, troca de informações, entre os grupos, pois assim, nosso trabalho pedagógico, de fato, possa ser bem sucedido. Momento para a troca de experiências, avaliação, onde o cursista possa fazer perguntas, pedir esclarecimentos e sugerir.

4° Momento15:00as16:00 horas

Atividade em grupo a ser desenvolvida pelos cursistas: Análise de obras literárias dos diferentes gêneros:a) Com colegas com turma da mesma série/ano, vão:- analisar e definir as obras literárias para apresentar aos seus alunos (obras literárias em diferentes gêneros distribuídas pelo MEC/FNDE/GEPED – Coleção Literatura para Todos);- discutir a qualidade da obra e sua adequação para a série/ano, ou para seus alunos, especialmente. b) De cada obra, imaginar a melhor forma de motivar os alunos para a leitura, é interessante falar (das personagens, do assunto, da capa, do título, criar expectativas, etc.). c) Planejar a apresentação de alguns desses títulos para a turma toda.- com isso, o professor esta motivando a leitura das obras e elabora mecanismos de avaliação considerando as estratégias de leitura usadas pelo aluno.
Intervalo16:00as16:10 horas Apresentação e entrega de textos como leituras sugeridas:- Algumas estratégias de compreensão em leitura de aluno do Ensino Fundamental
(Evely Boruchovitch / UNICAMP)

5° Momento16:10as17:00 horas

Atividade em grupo- Proposta para elaboração do projeto – Projeto de Leitura.- Análise e discussão do(s) projeto-esquema(s) apresentado(s) pelo Formador e/ou pelos cursistas. No Projeto de Leitura, seus temas devem estar direcionados aos PCN/ Temas Transversais seguindo orientações propostas pelo GESTAR II nos cadernos TPs. Assim como, os gêneros textuais estarem em conformidade com série/ano dos alunos que desenvolverão o Projeto.

6° Momento17:00as17:20 horas

Avaliação da OficinaObjetivo: Avaliar os objetivos propostos, se estes foram atingidos, e se a unidade trouxe novidades, se aprendeu algo de novo, que reflexão os estudos possibilitaram que fizesse.

7° Momento17:20as17:30 horas

Encerramento das atividadesApresentação de um breve resumo dos temas que serão estudados na Oficina seguinte TP1, unidades 01 e 02, enfatizando uma visão geral dos conceitos que possam representar alguns problemas de compreensão. Orientação para as atividades práticas “Avançando na Prática” unidades 23 e 24 do caderno TP6.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

1ª OFICINA / TP6

Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II
Língua Portuguesa
PLANEJAMENTO – 7º ENCONTRO – TP6 – UNIDADES 21 e 22
PRFESSOR FORMADOR: Emanoel Paulo Miranda Matos
COORDENADORA: Marisa Santos Souza

TEMAS: - Argumentação e Linguagem.
- Produção Textual: planejamento e escrita.


OBJETIVO

Identificar estratégias relacionadas ao planejamento e à revisão durante a escrita de textos.

1º MOMENTO (30 min.)

ü Mensagem de Boas Vindas.

Objetivo:
Promover reflexões sobre os temas e as atividades desenvolvidas nestas unidades.

Apresentação de slides - Proposta da oficina e apresentação das unidades (21 e 22).

Objetivo:
Promover reflexões sobre os temas e as atividades desenvolvidas nestas unidades.


2º MOMENTO (50 min.)

Relatos de experiências e resultados
1- Relato de experiências e resultados (Atividade desenvolvida em sala de aula: uma das propostas Avançando na prática das unidades 19 e 20), apontando os pontos positivos e negativos observados.
2- Entregar, por escrito, as observações e/ou comentários relacionados à atividade Avançando na prática desenvolvida com seus alunos.
3- Socializar as experiências e resultados obtidos, troca de informações, com o grupo pois assim, nosso trabalho pedagógico, de fato, ser bem sucedido.

Momento para a troca de experiências, avaliação, onde o cursista possa fazer perguntas, pedir esclarecimentos e sugerir.


3º MOMENTO (120 min.)

Proposta de atividade a ser desenvolvida pelos cursistas: Atividade em grupo:
Produção textual – crônica.


A partir de um trecho do texto de Moacyr Scliar, publicado em O imaginário cotidiano. São Paulo, Global, 2002. p. 155-156. vamos desenvolver um texto (gênero crônica). TP-6. p. 219.

DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE

1- Tendo em vista as leituras das unidades (21 e 22), desenvolvam o fechamento do texto. Enquanto o grupo produz o texto, todos devem falar alto as decisões que tomam, perguntas que seguem, diálogos com o texto que possam ocorrer. Um dos colegas vai anotar todos os elementos do planejamento e revisão que ocorrerem durante a escrita do restante do texto.
2- Leia o texto produzido para o restante dos colegas.
3- Em seguida, apresente as anotações sobre os procedimentos e tomadas de decisões produzidos durante a escrita do texto. Discuta com seus colegas.
4- Façam então, um planejamento sobre a utilização desse texto em sala de aula. Que procedimentos utilizar? É possível utilizar algumas das estratégias identificadas durante a escrita do grupo para o trabalho com a escrita em sala de aula? Justifique.
5- Apresente seu planejamento e a justificativa aos colegas de oficina.


4º MOMENTO (20 min.)

Avaliação da Oficina

Objetivo:
Avaliar os objetivos propostos, se estes foram atingidos, e se a unidade trouxe novidades, se aprendeu algo de novo, que reflexão o texto possibilitou que fizesse. Participe!
Cada cursista fará seus comentários, de forma franca, apontando o que foi significativo para sua prática pedagógica.


5º MOMENTO (20 min.)

Apresentação de um breve resumo dos temas que serão estudados no próximo encontro, enfatizando uma visão geral e dos conceitos que possam representar alguns problemas de compreensão durante o seu estudo individual na quinzena seguinte.
Explorando, “Avançando na Prática” unidades 23 e 24 do caderno TP6 com orientações para atividade prática em sala de aula.

sábado, 29 de agosto de 2009

RELATÓRIO 1ª OFICINA COLETIVA

Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II
Língua Portuguesa

Coordenação Local: Marisa Santos Souza
Professor-formador: Emanoel Paulo Miranda Matos
E-mail: adnarimmi@hotmail.com Bolg: adnarimmi.blogspot.com
Fone: (74) 9963 9559
Área de atuação: Coordenação Pedagógica das séries/anos finais do E. Fundamental
Prefeitura Municipal / Secretaria de Educação
Município: Lapão UF: Bahia


Relatório I: Oficina introdutória e 1ª Oficina coletiva de estudo dos TPs

O Programa GESTAR II foi apresentado à comunidade escolar do Ensino Fundamental das séries/anos finais (diretores, coordenadores pedagógicos e professores) do município de Lapão pela coordenadora local do Programa e pelos professores formadores. Na ocasião, a equipe pedagógico-administrativa da Secretaria de Educação (secretária, assessoria técnica e coordenação pedagógica) participou do encontro de apresentação do Programa que foi realizada no dia 28 de março de 2009, com duração de oito horas, sendo assim distribuídas, quatro horas para apresentação e estudos sobre a proposta do Programa GESTAR II, caderno Guia Geral, Oficina Introdutória e quatro horas para estudos do caderno teoria e prática TP3, unidades 09 e 10, 1ª Oficina Coletiva.

A proposta das atividades da 1ª Oficina foi desenvolvida a partir de um planejamento desenvolvido pelo formador. É conveniente relatar que num momento pré-estabelecido na Oficina Introdutória os diretores das escolas da Rede Municipal inscreveram seus professores para o Programa. Na área de Língua Portuguesa forma inscritos 28 professores das nove escolas da Rede Municipal de Ensino que oferecem as séries/anos finais do Ensino Fundamental.

Participaram da 1ª Oficina Coletiva e de estudos do TP3 das unidades 09 e 10, vinte e três professores, estando ausentes cinco professores. Por ser o 1° encontro, não foi possível determinar o número de cursistas evadidos.

A Oficina foi desenvolvida seguindo o seu planejamento onde, no 1° momento foi apresentado o objetivo dos estudos do caderno TP3, unidades 09 e 10, em seguida, os cursistas Foram informados da programação e desenvolvimento da Oficina.

As atividades foram iniciadas com a leitura de uma mensagem e realização de uma dinâmica acolhida (Provérbios pela metade) e apresentação dos participantes. Na sequência das atividades, foi realizada uma projeção de slides sobre Gêneros Textuais e suas competências sócio-comunicativas. No 3° momento realizamos estudos teóricos para reflexão e discussão sobre o tema em pauta, em seguida o formador propôs uma dinâmica de apresentação dos diferentes gêneros textuais através de colagens em cartolina e assim, desenvolvemos atividades de produção textual a partir de um texto gerador. Os cursistas socializaram suas produções textuais justificando a estrutura e o gênero textual das mesmas.

A avaliação aconteceu de forma escrita onde, cada cursista apontou o que foi bom (Que bom ...), o que ficou a desejar (Que pena ...) e sugestões para o próximo encontro (Que tal ...), os resultados estão postados no blog (adnarimmi.blogspot.com). o objetivo real da avaliação é de rever e refletir sobre nossa prática e assim aprimorar nosso trabalho para o êxito das próximas Oficinas.

As atividades foram concluídas com uma breve apresentação das unidades 11 e 12, TP3, orientações para a lição de casa e os avançando na Prática, TP3, unidades 09 e 10, que serão desenvolvidos em sala de aula pelo professor cursista.

Durante o andamento da Oficina ficou claro o compromisso que os cursistas demonstraram pelo Programa. Na oficina, as dinâmicas apresentadas para estudos individual e/ou em grupos foram adotadas como modelo para serem desenvolvidas na prática do professor. No momento planejado para estudo do avançando na prática e orientação sobre a lição de casa, os participantes compreenderam o propósito de cada uma dela, já priorizando algumas das propostas para serem desenvolvidas com os alunos em sala de aula.

O planejamento desta 1ª oficina foi elaborado para 4 horas, distribuídas em 5 momentos distintos, o 1° momento (40 min.), dinâmica de abertura dos trabalhos e apresentação dos objetivos do encontro; o 2° momento (60 min.) relatos de experiências e resultados pretendidos e estudos de aprofundamento teórico; 3° momento (20 min.) avaliação dos trabalhos e o 5° momento foi definido para o encerramento e conclusão da Oficina desenvolvida, neste último, realizamos a dinâmica das balas coloridas, Dinâmica do Bem Estar.

No momento de estudos e aprofundamento teórico foram feitas a leitura e discussão do texto, Gêneros Textuais: uma aproximação, Mara Lúcia F. de Andrade (UNESP). Ainda sobre estudos de aprofundamentos teóricos, em acordo firmado entre os presentes, ficou determinado um período semanal para estudos dos cadernos TPs, tanto para o formador (5 horas) quanto para os cursistas (5 horas) e, apresentação das reflexões na Oficina seguinte, ficando também estabelecido um cronograma de acompanhamento, Platão Pedagógico, e visitas à unidade escolar dos cursistas atua.
Considerando os depoimentos dos professores-cursistas, e por se tratar de um município pequeno onde todos conhecem a todos, nosso convívio em grupo, nossas relações interpessoais são muito estreitas, fatores propiciaram um bom andamento dos trabalhos.

Quanto ao meu parecer sobre o encontro, 1ª Oficina, a minha forma de conduzir os trabalhos, atuando como líder que orienta e organiza, que escuta, que respeita e acata sugestões, creio que os conduzi com eficiência e de maneira satisfatória para mim e para o grupo. É o que se confirma com comentários feitos pelos cursistas: “Os temas abordados, as atividades propostas, os questionamentos levantados, as dúvidas esclarecidas, a troca de experiência e a eficiência do professor-formador contribuíram para melhorar nossas ações pedagógicas / Elizângela Lima”; “Vivenciar novas idéias, debates, informações que nos ajudarão a melhorar a aprendizagem dos alunos e nosso trabalho em sala de aula, o professor-formador soube conduzir com muita sabedoria as discussões / Wilton Carlos”.

Um dos desafios percebido durante a realização da 1ª Oficina foi o de romper paradigmas quanto à prática de alguns professores da Rede Municipal de Ensino, no que se refere ao trabalho com texto: leitura e escrita em sala de aula. Também ficou clara a resistência , por parte de alguns cursistas, em compreender as novas metodologias propostas pelo Programa e, de se construir competências da leitura e escrita, reconhecendo a linguagem e as experiências sociolinguísticas como instrumentos de ascenção sóciocomunicativa para o aluno, através de suas relações com os diferentes gêneros/tipos textuais. Quanto ao logístico, Secretaria de Educação disponibilizou todo o apoio necessário. A grande conquista foi provocar nos professores o desejo de fazer a educação acontecer como mecanismo para a busca e desenvolvimento do processo de letramento dos alunos.

É importante relatar que, no período de Março a Agosto, no município de Lapão já foram realizadas nove Oficinas, sendo sete Oficinas das unidades dos TPs 3, 4, 5 e 6, uma oficina introdutória e uma Oficina de avaliação das seis primeiras oficinas desenvolvidas.

Lapão Bahia, 30 de Agosto de 2009.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

REFLEXÃO TEXTUAL

Por que meu aluno não lê?

A autora abre o texto apontando um das queixas mais comuns dos professores, quando o assunto é leitura na sala de aula “meus alunos não gostam de ler”. Sabe-se que é uma inquietude acentuada a essa realidade e que esses fatores podem e contribuem para essa verdade. Podemos dizer que é um fator cultural, não generalizando, o brasileiro não gosta de ler, a leitura não esta no seu cotidiano. A pobreza de leitura no ambiente letrado do aluno é outro fator determinante para a não prática da leitura, quer seja dentro ou fora da escola.
O professor questiona a prática da leitura no aluno, mas, muitas vezes não para analisar a sua relação com o ato de ler. O texto afirma, para formar leitores, deve ser antes de tudo, um leitor ativo, ou seja, para ensinar a ler tem que gostar de ler.
Percebe-se no texto que, a leitura não é prática dos nossos alunos, e esta não é tida como um prazer, mas, sim como uma tarefa escolar. Dando esse papel à leitura, sua prática gera desilusão e fracassa, e o aluno passa a ver o livro de forma negativa, gerando um não-leitor e implica severamente na linguagem, mas, especialmente no período da Alfabetização, e tal fato é mecanismo de exclusão social responsável pelo fracasso do ensino da Língua Portuguesa na escola.
É percebível no texto, a maneira como o professor deve agir ao enfrentar as mais diversas barreiras para o ensino da leitura, e orienta a negociar com o aluno sua resistência ao ato de ler, tanto posta pelo próprio aluno, e em alguns casos, pelos pais.
Quando a autora comenta, trabalhar texto, ensinar português ou aprender a ler é notada uma confusão, por parte dos alunos, em compreender a afinidade entre estas ações. E assim, fica compreensível que a escola, considerando a origem do aluno e seu contexto sócio-cultural no que tange sua relação com a linguagem escrita, deve promover outras estratégias para despertar o interesse e consequentemente, estimular o prazer e a prática de leitura no cotidiano escolar, já que para muitos a escola é o único lugar onde há um convívio direto com livros e diferentes impressos.
É verdadeiro quando a autora diz que as novas metodologias estão à porta, ou talvez dentro da escola, só que ainda há uma resistência em experimentar e fazer prática isso porque, as novas concepções de ensino de leitura esbarram no que já esta construído, ou seja, no tradicional.

KLEIMAN, A. Oficina de Leitura: teoria e prática. Campinas, SP: Pontes, 2002. P. 15-17